sábado, 22 de novembro de 2014

Confira alguns fatos e curiosidades sobre o planeta Urano

Além de saber que Urano é um dos 8 planetas que fazem parte do Sistema Solar, o que mais você sabe sobre esse “vizinho” distante da Terra? Pois, apesar de ele ser visível a olho nu aqui da superfície, Urano só foi descoberto mesmo — e totalmente por acaso — em 1731, graças aos bons olhos do astrônomo britânico William Herschel.

Batismo

"Mutilação de Urano por Saturno", por Giorgio Vasari e Cristofano Gherardi
Segundo Charles Choi do site SPACE.com, até então se acreditava que esse astro era apenas mais uma estrela no firmamento, e Herschel tropeçou com ele enquanto vasculhava o céu em busca de estrelas 10 vezes menos brilhantes do que aquelas que conseguimos ver sem a ajuda de equipamentos. O nome foi inspirado no deus grego do céu “Ouranos” — pai de Cronos e avô de Zeus —, e Urano é único planeta que não foi batizado com o nome de um deus romano.
Mas antes de ser nomeado oficialmente, outros nomes foram considerados — como Minerva, Oceanus, Hypercronius, Astrea e Cybele —, e Herschel chegou a sugerir que o planeta fosse chamado “Georgium Sidus” ou “Planeta Georgiano” em homenagem ao Rei George III da Inglaterra. Quem decidiu que o astro deveria ser batizado de Urano foi o astrônomo alemão Johan Bode, o primeiro a detalhar a órbita do planeta.

Esfera gigante

Comparação entre o tamanho da Terra e o de Urano
Urano é o sétimo planeta do Sistema Solar — a partir do Sol — e fica a 2.870.972.200 de quilômetros de distância da nossa estrela. Além disso, ele é o terceiro maior planeta e o quarto com maior massa e, basicamente, pode ser descrito como uma esfera gigantesca de líquido e gás. Aproximadamente 80% da massa de Urano é composta por uma mistura fluida de gelos de metano, água e amônia, e em sua atmosfera também é possível encontrar hidrogênio e hélio.
Com respeito ao núcleo, acredita-se que ele seja rochoso e que tenha mais ou menos o tamanho da Terra, e Urano conta com a configuração planetária mais curiosa do sistema solar. Isso porque ele conta com um eixo de rotação que fica inclinado para o lado, o que faz com que seus polos fiquem situados onde normalmente se encontra o equador dos demais planetas.

Clima maluco


Urano orbita ao redor do Sol “de ladinho”, com o eixo de seu giro apontando quase que diretamente para a estrela. Essa estranha configuração faz com que o planeta apresente estações do ano pra lá de extremas e com duração de cerca de 20 anos cada uma. Além disso, cada ano de Urano corresponde a 84 anos terrestres, o que significa que o planeta leva mais de 30 mil dias terrestres para completar uma volta ao redor do Sol.
Aliás, durante esses 84 anos, cada polo fica apontado para o Sol por 42 anos, ficando outros 42 em completa escuridão. Portanto, não é de se estranhar que Urano tenha a atmosfera mais fria do Sistema Solar, com temperaturas mínimas que chegam a – 224 °C!
E isso não é tudo: quando os raios solares atingem as regiões que permaneceram na escuridão por muito tempo, ocorre um aquecimento da atmosfera que desencadeia a formação de tempestades monstruosas com ventos que podem alcançar os 900 quilômetros por hora.

“Adereços”


Se você pensa que Saturno é o único planeta do Sistema Solar a contar com belos anéis, saiba que Urano também possui dois conjuntos só para ele, somando um total de 13 anéis! O conjunto mais interno é composto principalmente por anéis mais finos e escuros, enquanto o mais externo é formado por dois anéis coloridos, um azul e o outro vermelho.

Além disso, Urano possui — até onde se sabe — 27 luas e, em vez de terem recebido nomes inspirados em divindades da mitologia grega ou romana como de costume, elas foram batizadas com nomes de personagens criados por Willian Shakespeare e Alexander Pope, como Miranda, Oberon, Puck e Ariel. A maioria consiste em astros congelados com superfícies escuras, com exceção de Miranda, que possui cânions de gelo e encostas em seu terreno.

Mais curiosidades:

  • Urano foi o primeiro planeta do Sistema Solar a ser descoberto com a ajuda de um telescópio;
  • Urano completa um volta em torno de seu próprio eixo a cada 17 horas e 14 minutos, e sua rotação ocorre de leste a oeste, ou seja, no sentido contrário da maioria dos demais planetas do Sistema Solar;

  • A velocidade orbital de Urano é de 6,6 quilômetros por segundo;
  • Os 13 anéis que compõem os dois conjuntos que circundam Urano são identificados por números e símbolos gregos como α, β, η, γ, δ e λ;

  • Urano é o segundo planeta menos denso do Sistema Solar, vindo depois apenas de Saturno;
  • A única espaçonave a voar próximo a Urano foi a Voyager 2 da NASA que, em 1986, passou a 81,5 mil quilômetros de distância do planeta.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

10 fatos que vão mudar sua opinião sobre os EUA

Há tempos o tal do “american way of life” (o modo de vida americano) é visto como uma luz no fim do túnel para muita gente, sendo a solução perfeita para quem reclama muito em viver aqui no Brasil. Se você realmente acha que os americanos são os grandes defensores das liberdades de cada indivíduo ou enxerga os caras como a nação com a melhor qualidade de vida do planeta, saiba que está totalmente equivocado em seu pensamento.
Assim como todas as nações do universo (seja o planeta que for), a nação americana também têm telhado de vidro, mas é claro que nem sempre a gente fica sabendo dos “podres” deles, pois as informações são constantemente camufladas — no país do futebol também não é diferente.
Com isso em mente, a equipe do Mega Curioso resolveu arregaçar as mangas e revelar alguns dados lamentáveis acerca dos EUA que provavelmente você não faz a mínima ideia de que eles sejam realmente verdadeiros. Confira, mas não fique surpreso por não ter acesso a estas informações anteriormente:

1. Maior população carcereira

Desde os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos Estados Unidos já virou até negócio para muitos empresários, em que uma nova categoria de milionários consolida seu poder político. Na prática, os tais donos de prisões privadas não passam de verdadeiros donos de escravos, que trabalham encarcerados arduamente por míseros salários inferiores a 50 cents por hora.
Aliás, leis precárias que aprovam sentenças de até 15 anos de prisão para crimes menores (como roubar chicletes, por exemplo) estão fazendo com que alguns municípios americanos sobrevivam através do dinheiro obtido nas grandes prisões, em que, obviamente, pobres e negros são aqueles que mais sofrem com isso. Para você ter ideia, os negros representam 13% da população norte-americana, mas compõem 40% da população prisional do país.

2. Pobreza infantil absurda


De acordo com alguns cálculos, os EUA já possuem mais de 16 milhões de crianças que vivem fora do status de “segurança alimentar”, ou seja, em famílias sem a mínima capacidade econômica para cuidar dos requisitos nutricionais mínimos de um ser humano.
Consequentemente, essa criançada têm piores resultados na escola, aceitam empregos medíocres, não conseguem cursar uma universidade e possuem mais chances de serem presos ao longo da vida.

3. Invasões e bombardeios desenfreados


Você já parou pra pensar que, entre 1890 e 2012, os americanos já invadiram ou bombardearam 149 países? Pois é, senhoras e senhores, esse número é maior do que os países que eles não invadiram, ou seja, os EUA já causaram praticamente em todos os cantos do globo terrestre.
Alguns dados polêmicos mostram que mais de oito milhões de mortes foram causadas pelo país só no século XX — Hitler ficou pra trás nessa. Atualmente, de acordo com o ilustre e poderoso Obama, os EUA estão conduzindo mais de 70 operações militares secretas em vários locais do Planeta Azul, além de aumentar consideravelmente o orçamento militar norte-americano desde a Segunda Guerra Mundial.

4. Apoio mínimo de maternidade


Você sabia que as mulheres americanas não têm direito a absolutamente nenhum dia pago antes ou depois de dar à luz? Pois é, triste realidade. Para você ter ideia, o comum é oferecer entre 12 e 50 semanas pagas quando a mulher se encontra em licença de maternidade — a maioria dos países adota essa prática.

5. A vida é dura sem plano de saúde


Os Estados Unidos possuem mais de 50 milhões de pessoas que não assinam nenhum tipo de plano de saúde, e o resultado disso não sai barato: viagens de ambulância custam em média R$1300 e a estadia num hospital público mais de R$500 por noite. Com isso, o número de norte-americanos que morrem por não poderem aderir a nenhum tipo de plano de saúde já chega a 125 por dia — triste.

6. Passado negro


Caso você não saiba, os índios e colonos americanos nunca dividiram o mesmo peru na mesa em jantares especiais ou algo do tipo. Na verdade, a história dos EUA teve início com o programa de erradicação dos índios, em que o país foi fundado sobre o genocídio de 10 milhões de nativos.
Além disso, os Estados Unidos foi o primeiro país no globo terrestre a oficializar esterilizações obrigatórias como parte de um programa de eugenia, que, inicialmente era contra pessoas portadoras de deficiência e, mais tarde, contra negros e índios — que história suja, não?
Infelizmente, os dados não são nada positivos para os nativos: só entre 1940 e 1980, 40% de todas as mulheres em reservas indígenas foram esterilizadas pelo governo.

7. Não vale ser comunista


Se você deseja viver em qualquer pedaço de terra norte-americana, saiba que será obrigado a jurar não ser comunista, agente secreto, criminoso de guerra nazi, e até mesmo vão fazer aquela típica pergunta de americano: “Já foi membro do Partido Comunista?”. É óbvio que você deve responder negativamente para preservar sua ida.

8. Dívidas ao cursar uma universidade


Os banqueiros adoram a mina de ouro que é o sistema de ensino superior norte-americano, em que os estudantes contraem dívidas assustadoras que, acrescidas de juros, levarão, em média, 15 anos para serem pagas totalmente.
Com isso, os alunos acabam se tornando vítimas de juros absurdos que os bancos cobram, em que muitas vezes eles são forçados a fazerem novos empréstimos para pagarem os antigos — e assim sobreviver com apenas poucos trocados no bolso.
De acordo com alguns dados confiáveis, só entre 1999 e 2012, a dívida total dos estudantes norte-americanos cresceu cerca de 500%, chegando à marca de 1,5 trilhões de dólares.

9. Haja munição


Muita gente sabe que os EUA são craques em gastar fortunas com armamentos, não é verdade? Contudo, a surpresa aparece ao compararmos o país com outras partes do mundo: no restante do planeta, há uma arma para cada dez pessoas. Nos Estados Unidos, nove para cada dez, resultando em 30% (mais ou menos 275 milhões) de todas as armas no mundo!

10. Crença forte no capiroto


Diferente do Brasil, a maioria dos americanos são céticos, em que apenas 40% dos norte-americanos acreditam na Teoria da Evolução e 60% acreditam na existência de maligno Satanás e de sua corja infernal. Não é à toa que Rick Santorum, ex-pré-candidato republicano, acusou milhares de acadêmicos norte-americanos de serem controlados por Satã.

Esta lâmpada já está acesa há 110 anos

Duas guerras mundiais ocorreram; a indústria de cinema hollywoodiano floresceu e se modificou dezenas de vezes; a Semana de Arte Moderna apresentou novos horizontes artísticos ao território tupiniquim. O mundo mudou drasticamente em 110 anos... E determinada lâmpada incandescente continua iluminando um canto da central do Corpo de Bombeiros de Livermore, na California.
E o desgaste do tempo não poderia ser mais compreensível. Aceso em 1901, o bulbo permaneceu ligado desde então, praticamente sem interrupções — à exceção de um período de 7 dias de reforma e de eventuais quedas de luz. A pequena lâmpada é também o aparelho elétrico mais velho em uso contínuo, conforme lembrou o site Quora. Não por acaso, foi apresentada como uma maravilha tecnológica à época.

O suprassumo das lâmpadas incandescentes

Conta-se que o capitão dos bombeiros de Livermore reuniu seus homens em algum momento de 1901 para mostrar o novo epítome tecnológico adquirido pela corporação. Em vez do tradicional filamento em tungstênio, a nova lâmpada — adquirida por questões de segurança — garantia sua luminescência a partir de um fio muito mais parrudo de material baseado em carbono.

Tratava-se, como era apresentada à época, de uma “Lâmpada Incandescente Melhorada”. A criação levava o nome do inventor Adolphe A. Chaillet e era fabricada pela Shelby Electric Company. A propaganda, à época, se baseava sobretudo na durabilidade do bulbo — atualmente, caso ainda existisse, a companhia certamente teria um belo slogan para comprovar essa proposta. De fato, isso fez com que o Corpo de Bombeiros recomendasse a compra da nova lâmpada para diversas de suas filiais nos EUA.

Genialidade perdida na História

A invenção de Chaillet acrescentava diversas melhorias ao projeto original de Thomas Edison. Naturalmente, o grande segredo do funcionamento — que, como se vê, pode chegar a impressionantes 40.150 dias — encontra-se no filamento do bulbo.
Além de sua espessura, o material baseado em carbono não esquenta tanto quanto o tungstênio para produzir níveis semelhantes de luminosidade. Além disso, o design da estrutura de vidro era tal que favorecia o melhor direcionamento dos raios luminosos no ambiente.

Qual foi o processo exato para a composição do filamento? Eis algo que até hoje permanece um mistério. Embora Chaillet tenha legado à posteridade várias de suas patentes, em nenhuma delas o processo de confecção de sua lâmpada “miraculosa” é devidamente explicado.

As lâmpadas Shelby saem do mercado

A despeito da originalidade do projeto, as lâmpadas Shelby acabaram desaparecendo das prateleiras pouco tempo após o seu lançamento. Há quem diga que os bulbos possuíam limitações de luminosidade e potência.
Essa especulação, entretanto, foi desmentida, diante do fato de que havia, à época, lâmpadas Shelby de até 60 Watts — incluindo variações de tom que iam do mais amarelado até o francamente brilhante. E, é claro, a lâmpada residente no Corpo de Bombeiros de Livermore era muito mais brilhante quando foi ligada pela primeira vez.

Mas há também quem afirme que as questões de “obsolescência programada” que entravam em vigor na indústria não podiam admitir uma lâmpada com tamanha durabilidade — afinal, você provavelmente legaria aos seus filhos as Shelby compradas para a casa. Só que mesmo essa teoria, um tanto mais respeitosa, acabou perdendo credibilidade ao longo dos anos.
Seja como for, fato é que a Shelby acabou vendida para a National Electric Lamp Association, uma divisão da General Electric Company — a qual, após um ano, retirou de circulação o bulbo de Chaillet. A velha lâmpada do Corpo de Bombeiros, entretanto, permanece como um atestado da capacidade individual de uma única mente iluminada (com o perdão do trocadilho)... Ou de que nem sempre as leis de mercado se guiam pelo que realmente é melhor.D

Confira algumas curiosidades sobre a temida aranha marrom

Você conhece as temidas aranhas marrons? Pois, dependendo de onde você mora, talvez essas criaturinhas não imponham muito risco para a população. Contudo, em algumas localidades — especialmente aquelas nas quais os predadores naturais dessa espécie tenham desaparecido — elas são bastante comuns e ativas, e é bom ficar esperto com esses aracnídeos.

Conheça esse bichinho


Do gênero Loxosceles sp, as aranhas marrons se caracterizam por contar com três pares de olhos — em vez de quatro, como a maioria das espécies — e algumas apresentam o desenho de uma estrela no cefalotórax, parte do corpo que agrupa a cabeça e o tórax. Além disso, o abdome desses aracnídeos costuma ser coberto por pelos bem fininhos e ter coloração marrom uniforme, dando a eles uma aparência aveludada.
As patinhas — longas e finas — das aranhas também são cobertas por esses pelinhos. Seus corpos medem cerca de 1 centímetro de comprimento por meio centímetro de largura, e os machos costumam ser menores e ter patinhas mais longas do que as fêmeas. Contando com as patas, as aranhas marrons geralmente não ultrapassam mais do que apenas 3 ou 4 centímetros de diâmetro, mas não se deixe enganar pelo pequeno porte dessas criaturas!

Pequenas e perigosas


Apesar de não serem agressivas, as picadas são venenosas, e todo mundo que tiver um encontro desafortunado com uma aranha marrom deve procurar ajuda médica. O problema é que, como as picadas não são dolorosas, muitas vezes elas passam despercebidas. O desconforto costuma aparecer algumas horas depois do ataque, acompanhado de sintomas como vermelhidão, inchaço, queimação, coceira, surgimento de uma mancha roxa e bolhas.

Após alguns dias, outros sinais podem aparecer, como dor de cabeça e pelo corpo, mal-estar, febre, náusea e necrose da região picada — cuja gangrena pode chegar a afetar uma área equivalente ao tamanho de uma mão humana e deixar cicatrizes bem feias. Em casos mais raros, as vítimas ainda podem sofrer falência renal, convulsões, icterícia, urinar sangue e entrar em coma.
Vale lembrar que as reações que descrevemos acima dependem da quantidade de veneno injetado pela aranha e da sensibilidade de cada um à toxina. Na maioria dos casos a picada se cura sozinha sem deixar vestígios ou cicatrizes. Entretanto, caso você tenha o azar de ser picado por uma aranha marrom, não espere a coisa se complicar para procurar ajuda! Assim que você perceber os primeiros sinais da picada, corra para um hospital.

Evitando os ataques


Por sorte, as aranhas marrons costumam ser tímidas e gostam de se esconder em abrigos escuros, quentes e secos. Em ambientes externos, essas criaturinhas geralmente “montam acampamento” em locais como buracos, folhas secas, cascas de árvores etc. Já nas casas, elas gostam de ocupar cantinhos como caixas, atrás de armários e quadros, assim como estantes e livros.
Na verdade, os seres humanos não fazem parte de seu “cardápio”, já que as aranhas marrons têm predileção por pequenos insetos, como cupins, traças e formigas. No entanto, nas casas elas também podem se esconder em locais como sapatos, toalhas, roupas, lençóis e cobertores, e é aí que os acidentes com pessoas acontecem.
Comentamos lá no início da matéria que apenas a população de determinadas localidades sofre com os ataques das aranhas marrons — como é o caso de várias cidades do estado do Paraná, incluindo a capital, Curitiba —, especialmente por conta da falta de seu principal predador natural, a lagartixa. Assim, se você quiser evitar que essas aranhas invadam a sua casa, cultive um pequeno time de devoradoras de aranhas!V

Explicações científicas para a existência de 3 monstros populares

O Dia das Bruxas já passou, mas os seus monstrinhos tradicionais sempre têm um espaço no Mega Curioso. Por aqui, já falamos bastante de vampiros, de lobisomens e publicamos ainda várias das lendas sobre o tal Pé Grande.
Apesar de serem consideradas figuras do imaginário popular e de histórias de ficção, existe muita gente que diz que presenciou algum fato as envolvendo, principalmente em se tratando do Pé Grande nos Estados Unidos. Ele é praticamente um representante daquele país.
Mas como as pessoas afirmam com tanta certeza de que estiveram com ou observaram tais criaturas? Bem, tudo pode ter uma explicação científica. Janet Fang, do site IFL Science, publicou um artigo em que utiliza as teorias científicas que podem explicar a existência desses monstros populares. Confira abaixo:

3 – O Pé Grande


Com certeza você já ouviu falar do Pé Grande, também conhecido como Yeti ou relacionado ao famoso abominável homem das neves. Motivo de inspiração para algumas séries e filmes de TV nos anos 1980 e 1990, essa criatura é muito mais fruto da imaginação do que algo real. Mas tem gente que leva muito à sério a sua existência. Como explicar isso?
De acordo com o artigo de Janet Fang, isso pode ser explicado pelas aparições de ursos, grandes cães, animais de fazenda ou de outros bichos de floresta, que as pessoas, com medo, acabam achando se tratar de uma criatura fora do comum.
Segundo Janet, recentemente, alguns pesquisadores de Oxford publicaram uma análise genética de 30 amostras de cabelo que supostamente vieram dos chamados "primatas anômalos".
Após meticulosamente limpar as amostras de substâncias contaminantes e amplificar os fragmentos de DNA, a equipe comparou as sequências com dados de outros animais. O resultado mostrou que a maioria foi identificada como espécie conhecida que vive em sua área geográfica normal. As únicas exceções foram duas amostras do Himalaia, que vieram de um parente de um antigo urso polar Paleolítico.

2 – Lobisomem


O lobisomem também sempre foi uma ótima inspiração para filmes, videoclipes e livros nas mais diversas épocas. A mistura de homem com lobo é algo que fascina muita gente, mas até hoje não foi provada como real. Porém, homens bastante peludos existem, não é, Tony Ramos?
Mas, falando sério, aqui mesmo no Mega Curioso você pôde conferir uma família que convive com a “síndrome de lobisomem”, tendo os corpos inteiros coberto de pelos. Os uivos em noites de lua cheia podem vir dos próprios lobos ou até serem confundidos com os sons emitidos por algumas corujas.
Em se tratando dos outros sintomas do lobisomem, como insônia, alucinações, agitação, hipersalivação e agressividade, eles podem ser explicado pelo vírus da raiva, que afeta muita vida selvagem e até mesmo cães de fazenda. A condição é transmitida através da mordida de outro animal contaminado.

1 – Vampiro


Um dos monstros mais requisitados para filmes, séries de TV e livros, tem várias características que podem ser explicadas pela ciência. A sensibilidade extrema à luz do sol, por exemplo, e a necessidade fisiológica para uma determinada proteína dos glóbulos vermelhos são sintomas de um grupo de doenças genéticas conhecidas como porfirias.
Com essa deficiência herdada de enzima, as substâncias químicas naturais chamadas porfirinas não são devidamente convertidas em heme, o pigmento que dá a cor vermelha ao sangue. Cada um dos oito passos envolvidos para a produção de heme é controlado por uma enzima particular, e aquela que é deficiente determina qual o tipo de porfiria a pessoa tem.
Heme é composto de ferro, e a maior parte da substância do nosso corpo está sob a forma de hemoglobina, a proteína de transporte de oxigênio da célula vermelha do sangue. E um dos tratamentos para a porfiria inclui fornecer heme ao paciente por via intravenosa. Outros sintomas dessas condições são sensibilidade da pele, insônia e alucinações.